Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

...

ASSEMBLEIA GERAL

ANAN - Associação Nacional de Árbitros de Natação

CONVOCATÓRIA

De acordo com o Art.º 15.º dos Estatutos da ANAN - Associação Nacional de Árbitros de Natação, convoco para o dia 28 de Julho de 2007, pelas 19H00, no Auditório do Instituto Português da Juventude em Aveiro (junto às piscinas onde irão decorrer as provas do Open de Portugal/Camp.Nac.de Juv. e Abs.) , sito na Rua das Pombas, uma Assembleia-Geral com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto 1. Relatório, Balanço e Contas de 2006

                1.1.     Apresentação

            1.2.      Discussão

            1.3       Aprovação

Ponto 2. Regulamento Interno da ANAN

2.1.          Apresentação

                2.2.          Discussão

2.3.          Aprovação

Ponto 3. Estatutos da ANAN

3.1.          Apresentação de alterações

                3.2.          Discussão

3.3.          Aprovação

Ponto 4. Quotizações da ANAN

4.1.          Apresentação da Proposta

                4.2.          Discussão

4.3.          Aprovação

Ponto 5.  Afiliações em Organismos ligados à Natação e à Arbitragem

Ponto 6.  Diversos

 

Se à hora marcada, não estiver presente, pelo menos, metade dos membros efectivos, a reunião terá início, meia hora depois, com a presença de qualquer número de membros.

O Presidente da Mesa da Assembleia-Geral

Jan Gin Quon

P.S. Para facilitar futuros contactos, solicita-se o envio do vosso e-mail para  «  f.jan @sapo.pt  »

 

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Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

Press Release 28.06.2007

No seguimento da recepção por parte da ANAN de cópia de uma missiva enviada à Federação Portuguesa de Natação, proveniente do Portinado, clube participante da final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, masculina, de Pólo Aquático. Com teor idêntico a uma anterior, já oportunamente comentada por esta Associação,  e que levanta dúvidas sobre a nomeação dos árbitros, no que diz respeito à sua área regional de filiação e ao nível do envolvimento como dirigente de pessoas afectas à arbitragem. Cumpre-nos assim prestar os seguintes esclarecimentos:

 

1.     A missiva recebida coloca em causa a idoneidade, capacidade técnica e rigor dos membros da equipa de arbitragem.

2.    A análise particular e subjectiva dos poucos lances específicos aí mencionados não espelha de maneira nenhuma a realidade de um jogo intenso e equilibrado como o que está em causa, sendo que a estatística do mesmo demonstra exactamente o contrário do que é afirmado

3.    A equipa de Arbitragem em causa era constituída por dois árbitros internacionais, um deles inclusive membro do Conselho Nacional de Arbitragem, inúmeras vezes avaliados em competições Nacionais e Internacionais por entidades e pessoas com conhecimentos técnicos nesta área nunca comparáveis aos das pessoas que reclamam da sua actuação.

4.    Relembramos que as incompatibilidades de acumulação de funções encontram-se salvaguardadas nos Estatutos e Regulamentos da Federação Portuguesa de Natação, aprovadas em Assembleias-Gerais.

5.    Os árbitros são nomeados de acordo com competências e capacidades demonstradas, pelos órgãos respectivos.

6.    Aos clubes compete participar na competição, de forma ética e desportivamente correcta.

7.    O levantamento de suspeições desta ordem coloca em causa a imagem pessoal de pessoas que podem, e devem accionar os meios à sua disposição com vista ao ressarcimento que acharem por conveniente.

8.    Pela primeira vez nesta disciplina em fases finais é levantada uma questão como esta. Tal facto deve-se eventualmente à falta de maturidade de alguns dos participantes, que devem evoluir e não utilizar a arbitragem para desculpar aquilo que, aparentemente, parecem considerar como um resultado desportivo inferior.

9.    A participação na final do Campeonato só por si deveria constituir um excelente prémio para uma equipa que se pode considerar recente no panorama desportivo do Pólo Aquático, mas com uma evolução rápida e consistente que é de congratular.

10. O equilíbrio dos três jogos disputados só honra e valoriza ambas as equipas. Se saber vencer é um mérito, saber perder deve ser um espelho da civilidade e maturidade desportiva de uma instituição.

11. A bem da salvaguarda da boa imagem das pessoas e instituições desportivas envolvidas parece-nos de enorme importância que a Federação Portuguesa de Natação proceda à devida análise e actuação neste caso.

 

Pela Direcção da ANAN

O Presidente

José Tomé

publicado por osarbitrospelaarbitragem às 22:50
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2007

Press Release 21.06.2007

Press Release

 

Chegou ao conhecimento da ANAN o envio à Federação Portuguesa de Natação de duas missivas provenientes de clubes participantes da fase final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, masculina, de Pólo Aquático. As duas, com teores idênticos,  se não na forma pelo menos na questão de fundo, levantam dúvidas sobre a nomeação dos árbitros, no que diz respeito à sua área regional de filiação ou de morada. Uma delas levanta mesmo questões ao nível do envolvimento como dirigente de pessoas afectas à arbitragem.

Relativamente ao caso em análise pretende a ANAN prestar os seguintes esclarecimentos:

 

1.     A idoneidade, capacidade técnica e rigor das pessoas, e em particular dos membros de equipas de arbitragem dificilmente se pode, ou deve, relacionar com o local de residência e/ou de filiação.

2.    As incompatibilidades de acumulação de funções encontram-se expressas nos Estatutos e Regulamentos da Federação Portuguesa de Natação, de acordo com as consequentes aprovações em Assembleias-Gerais.

3.    Os árbitros são nomeados de acordo com competências e capacidades demonstradas, pelos órgãos respectivos.

4.    Aos clubes compete apresentarem-se da melhor forma em competição, da mesma forma que compete aos Conselhos de Arbitragem, neste caso o Conselho Nacional de Arbitragem a apresentação da melhor equipa de arbitragem para o evento.

5.    Os clubes deveriam coibir-se de avaliar a competência técnica e humana dos árbitros, para a execução dos seus deveres, dado que existem órgãos e instituições habilitadas para tal, da mesma forma que os seus atletas não são avaliados nas suas competências individuais, para além do resultado desportivo que a equipa venha a alcançar.

6.    O levantamento gratuito de suspeições antes de competições deste nível promove o potenciar de eventuais estados de altercação, que só prejudicam a actividade desportiva e o rigor da competição em causa.

7.    O Desporto quer-se livre destes condicionantes, da mesma forma que se quer isento e rigoroso.

8.    As escolhas das equipas de arbitragem tem de ser o mais lata possível, fora de condicionantes desta ordem, que pecam sempre pela imprecisão e falta de rigor das suspeições produzidas.

9.    No caso presente estão em causa árbitros Internacionais com inúmeras provas de capacidade e valia técnica produzidas e já avaliados, ao mais alto nível, por diferentes Instituições nacionais e internacionais.

10. A ANAN deseja aos clubes envolvidos a melhor prestação desportiva e à Federação Portuguesa de Natação um evento do mais alto nível.

11. Aos colegas da equipa de arbitragem desejamos a melhor prestação de sempre.

 

Pela Direcção da ANAN

O Presidente

José Tomé

publicado por osarbitrospelaarbitragem às 22:19
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Comentários no Blog

Olá Colegas.

 

Desde já agradecemos os comentários no nosso blog mas, para não entrarmos em guerras, a direcção optou por só aceitar comentários que estejam identificados.

Espero que compreendam a nosso posição.

Para qualquer pedido de informações temos o nosso email  osarbitrospelaarbitragem@hotmail.com onde podem mandar os emails que quiserem que serão todos analisados e onde tentaremos responder assim que podermos.

 

Obrigada a todos.

 

Sérgio Pinhão

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Sexta-feira, 8 de Junho de 2007

Press Realese

Associação Nacional de Árbitros de Natação

Fundada em 7 de Setembro de 1996               Contribuinte Fiscal n.º 504 009 338

                       ELEIÇÕES

PARA OS ORGÃOS SOCIAIS

DA

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ÁRBITROS DE NATAÇÃO

 

Realizou-se, ontem, na Póvoa de Varzim, a Assembleia-geral da A.N.A.N., associação de classe dos árbitros e juízes das diferentes disciplinas da Natação Portuguesa.

Após um interregno de alguns anos foi ontem possível aprovar as contas dos anos transactos e proceder-se à realização do acto eleitoral para os novos corpos directivos.

Com duas listas a sufrágio foi a Lista B com 57 % dos votos a vencedora. Esta lista integra elementos representativos das 4 disciplinas com actividade competitiva Nacional (Natação Pura, Águas Abertas, Pólo Aquático e Natação Sincronizada) e proveniências de Norte a Sul do País.

A nova Direcção será presidida por José Tomé, antigo atleta de natação pura e actualmente árbitro internacional de Pólo Aquático.

Após a apresentação dos resultados a lista A, num acto que expressa de forma clara e inequívoca a união desta classe, colocou-se à disposição da Direcção eleita para o longo e difícil trabalho de repor toda a estrutura organizativa desta Associação.

Departamento de Comunicação

osarbitrospelaarbitragem@hotmail.com

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Domingo, 3 de Junho de 2007

A nossa equipa de Trabalho

Os árbitros pela arbitragem

Lista B

Direcção

 

Presidente            José Tomé           (Pólo Aquático)   ANL

Vice-Presidente     Sérgio Pinhão     (Natação Pura)     ANC

Secretária             Paula Cruz          (Pólo Aquático)    ANL

Tesoureiro            António Neves     (Natação Pura)     ANC

Vogal                   Marta Rocha      (Sincronizada)       ANL

Vogal                   João Amaral       (Natação Pura)      ANC

Vogal                   Umbelina Dantas (Natação Pura)     ANMIN

Vogal                   Rafael Salgueiro  (Pólo Aquático)    ANL

Vogal                   Manuel Marques (Natação Pura)      ANNP

Vogal                   Artur Dias             (Natação Pura)     ANNP

Vogal                   Paula Davies         (Natação Pura)   ANALG

 

Assembleia Geral

 

Presidente            Jan Quon            (Natação Pura)      ANS

Vice-Presidente     Graciete Pires    (Natação Pura)      ANS

Secretária             Ana Jesus            (Natação Pura)    ANALG

Vogal                   Victor Leite         (Pólo Aquático)    ANNP

 

Conselho Fiscal

 

Presidente   Alexandre Fernandes   (Natação Pura)    ANMAD

Secretária    Tânia Barros               (Natação Pura)      ANA

Relator        Eunice Costa               (Pólo Aquático)    ANNP

Vogal          Berta Ventosa              (Sincronizada)       ANL

publicado por osarbitrospelaarbitragem às 22:28
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Email de contacto

Este é o email para nos poderem contactar.

Tambem o podem adicionar no Messenger.

Todas as resposta serão dadas o mais rápido possível.

 

osarbitrospelaarbitragem@hotmail.com

 

Usem e abusem

 

 

Sérgio Pinhão

ANC

publicado por osarbitrospelaarbitragem às 22:26
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Manifesto de Candidatura

 

 

MANIFESTO DE CANDIDATURA
AOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA ANAN 
 

 

 

Caros colegas,
Para o processo eleitoral que se avizinha, na perspectiva de um muito curto mandato dos Órgãos Sociais da ANAN, o signatário da presente lista e do manifesto constituiu uma equipa composta por 18 pessoas, candidatando-se aos três órgãos – Assembleia-Geral, Conselho de Direcção e Conselho Fiscal.
Esta equipa apresenta, um importante aumento da origem dos candidatos, representando indirectamente, o maior número possível de parceiros na gestão activa da associação e seus projectos.
Pretende-se que a acção da ANAN para o próximo triénio se baseie nos seguintes pilares estratégicos: Promoção, Cooperação e Inovação.
O número de associados tem que crescer! É importante promover a adesão de novos associados, para uma participação mais pró-activa.
No domínio da Promoção pretende-se desenvolver um trabalho regular de informação, esclarecimento e sensibilização, fomentando a identificação de oportunidades em conjunto com associados e prestando serviços de assessoria com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento da Natação em Portugal. A actividade da ANAN deverá concentrar-se na estruturação e criação da página de Internet, com uma estratégia de encaminhamento de informação (comentada) disponível na Net sobre a ANAN e o que ela representa.
A Cooperação é uma actividade que a ANAN pretende potenciar dado que permite consolidar vertentes ainda não conseguidas, nomeadamente a integração na estrutura das Associações e Federação.
Outro aspecto a não descurar, num contexto de globalização que enfrentamos, é a promoção internacional, é importante continuar a marcar posição como uma das bem sucedidas Associações nacionais, ao nível da participação tanto nos órgãos directivos como nos eventos organizados a nível internacional, aumentando o número de parceiros estratégicos que nos permitam continuar a ter uma projecção exterior, aproveitar sinergias e recursos e participar em acções que se venham a desenvolver a nível internacional.
O terceiro pilar estratégico diz respeito à Inovação. Este pilar, que tem como fundação o desenvolvimento, pretende promover a ANAN como um centro de excelência e de inovação para que se promovam e desenvolvam actividades inovadoras, quer ao nível dos serviços quer da formação.
Para a persecução destas actividades, não podemos descurar a sustentabilidade económica da associação. Assim, no que se refere às fontes de financiamento pretende-se conseguir uma maior diversificação, para além dos financiadores principais (os Associados).
Seria desejável também o envolvimento dos associados no desenvolvimento de projectos de financiamento.
Nas alterações dos estatutos da ANAN pretende-se criar um Conselho Consultivo, tendo por função principal ajudar no desenvolvimento e prossecução das actividades próprias da associação, podendo ter assento nele associados ou entidades estranhas à associação, que, por força do trabalho levado a cabo na sua área de especialidade, sejam consideradas como referência.
Ao decidir apresentar-vos esta candidatura, temos plena consciência que existem opções delicadas, mas prementes, para a sustentabilidade, representatividade e afirmação deste Movimento Associativo. Temos, também, consciência que a ANAN se constitui e afirma em duas vertentes fundamentais na sua acção, a de participação na construção de um processo formativo Nacional e a de organização interna do próprio movimento.
Proclamamos, assim, sem prescindir:
-A defesa da formação de excelência, essencial na qualidade da prestação do serviço, seguindo modelos e propostas, validadas também pela ANAN;
- A defesa de modelos de participação da classe na gestão desse processo educativo;
                        -A defesa de modelos de participação da classe nas Associações e Federação;
                        -A defesa de modelos de carreira que permitam aos árbitros uma noção de existência clara deste processo, evolutivo.
 
Quanto à organização interna algumas opções deverão ser tomadas:
-Mantemos a actual dimensão e papel da estrutura que constitui a ANAN e então provavelmente não aumentaremos a nossa influência, em geral;
OU:
-Reforçamos a natureza, os objectivos, a representatividade e o âmbito de acção da ANAN e, então, teremos de identificar os novos desafios da participação, as propostas de solução e as indispensáveis reformas da organização a que as mesmas possam implicar.
Ora, se a opção for pelo reforço, então, envolvendo todos, temos de começar a reflectir em alguns aspectos concretos, de que entre nós se fala, como sejam, entre outros, primordialmente:
A. Que futuro para a Arbitragem?
B. Que realidade para os Delegados?
C. Que papel podemos desempenhar nas Associações?
D. Que papel podemos desempenhar na Federação?
A.
É fundamental ter tudo muito claro, entre nós, para que junto da FPN, através da negociação, se inscrevam novos papéis e para que haja o reconhecimento, por parte de todos, da imprescindibilidade da Arbitragem, ao mais alto nível, no sistema desportivo competitivo.
B.
Importa também consagrar, no mesmo protocolo, as condições efectivas e necessárias para uma verdadeira integração entre esta figura (Delegado) da classe e a realidade das Associações Distritais.
C.
Clarificado o papel dos delegados e para, efectivamente, os colocar ao serviço das Associações, sem sobreposições mas com solidariedade entre si, importa negociar novas condições para se poder ter os meios indispensáveis para as acções que forem definidas e protocoladas.
D.
Que estatuto devemos ter para que ANAN seja uma plataforma de organização, conselheira e facilitadora da acção do CNA.
E.
A esta vontade deve corresponder regras de coordenação e financiamento de todo o movimento para evitar o desfalecimento actual que todos conhecemos!
F.
Com que outros parceiros da comunidade da Arbitragem devemos assinar protocolos de cooperação, Regional, Nacional e Internacional, que permitam enquadrar, numa linha coerente, as acções, nomeadamente, da regulamentação e implementação do apoio à Gestão e Financiamento.
Só assim, em nosso entender, defenderemos e tornaremos esta realidade concreta:
1                    A excelência da Arbitragem como suporte do modelo desportivo;
2                    A alteração ao modelo de gestão para que, através das associações, possa, de forma efectiva, responsabilizada e solidária, participar no processo educativo;
3                    A auscultação nacional do modelo organizacional, na perspectiva das novas exigências de participação e intervenção local, regional e nacional;
4                    Implementação de modelos de apoio sustentados em todos os seus vários aspectos, nomeadamente o organizativo e formativo;
 
Colegas,
A ANAN tem que decidir, se quer ter uma influencia restrita aos seus associados, ou se pretende, também, ser um Parceiro que,efectivamente, representa e concretiza a intervenção dos Árbitros, organizados, lutando, coerentemente, pela dotação dos meios adequados à execução desse objectivo, ambicioso e universal, para todo
o Movimento.
Estamos certos de que todos saberemos encontrar as propostas, fundamentadas, para todas estas questões que deveremos defender com toda a convicção e representatividade junto das Instituições ligadas ao meio.
Sem falsas modéstias, acreditamos que é possível dinamizar a participação e a representação deste Movimento na discussão dos temas fundamentais para a estratégia e juntar a disponibilidade permanente, a capacidade técnica e a credibilidade politica pessoal e colectiva, na actividade diária, de todos os que já integram esta candidatura e daqueles que se lhe venham a ela juntar!
Companheiras e companheiros,
Definimos como enquadrador da nossa acção, ao serviço da ANAN, um estilo permanentemente dialogante e de auscultação, na vertente interna e de grande intensidade comunicativa para fora da ANAN.
As nossas ambições ultrapassam, assim, o assegurar do eficaz funcionamento da ANAN e de eficiência de toda a sua estrutura! Pretendemos, a nível local, regional e nacional, intervir de acordo com as necessidades do Movimento.
Coerentemente, pretendemos, com todos, reflectir, discutir e alcançar propostas de revisão estatutária e de objectivos, sem receios de “intocabilidade”, para conseguirmos alcançar o nosso maior objectivo desde sempre: representar ao mais alto nível todos os árbitros!
Para isso temos de captar mais Associados para aumentar as hipóteses de representação e enquadramento, assegurar a formação e integração na acção associativa, coordenar as suas acções no respeito das suas dinâmicas e autonomia e estar presentes nos eventos que elas realizem nos respectivos territórios, sempre que solicitados e em articulação com elas.
Assim, é por tudo isto que assumimos que «os nossos associados são a razão de ser da nossa existência».
Contamos contigo, contamos com todos!
publicado por osarbitrospelaarbitragem às 22:23
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